quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Senha 001 para Serviços Públicos

PARA GUARDAR NOS FAVORITOS, DADO O SEU INTERESSE.

Está disponível desde ontem, um novo serviço público. O Senha 001 passa a permitir a realização totalmente online de algumas tarefas de interação com os serviços do Estado, a partir de uma única plataforma e recorrendo ao Cartão de Cidadão. 
Alterar a morada, pedir uma segunda via da carta de condução, marcar uma consulta ou criar uma empresa, são as possibilidades que já convergiram para o novo site.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

2º Jantar dos Amigos da Terra

Conforme combinado, na quinta-feira lá nos juntámos alguns Amigos da Terra para confraternizarmos uma vez mais à volta de um jantar. Se bem que estivesse marcado para as oito horas da noite, só nos começamos a sentar quase uma hora depois, porque havia que matar saudades, beber os aperitivos e porque outros se atrasaram naturalmente. Este ano as inscrições excederam as do ano passado, mas pareceu-nos que o número de participantes foi sensivelmente o mesmo. Uns desitiram, outros apareceram à última da hora, por isso não houve problemas de logística. Para o ano haveremos de ser mais, eu bem sei!

Para nos receber, nada melhor que uma magnífica mesa repleta de ricos frutos da época, nos quais a nossa terra é tão pródiga.

Este ano, aquele que  gosta de se ver rodeado de sobrinhos, perdeu o estatuto do amigo mais velho a favor do nosso conterrâneo Venâncio. Por falar em idades, é bonito ver a transgeracionalidade a funcionar como elemento aglutinador na manuntenção do nosso carinho à terra.

Já com o prato cheio e o apetite reforçado, todos se lançaram ao bacalhau, mais um fiel amigo.

Conterrâneos emigrantes e amigos fazem questão de marcar presença, para reforçar laços de família e de amizade.
O nosso amigo Miguel que tão bem soube representar os valores da multiculturalidade.

Um brinde de amigos.



Um brinde final para saudar todos os Amigos da Terra.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Santa Comba da Vilariça em 1972


A Isabel sugeriu-me dar um salto à página do facebook "Somos Transmontanos" onde dizia estar uma interessantíssima foto sobre Santa Comba. Sem perder tempo lá fui e deparei-me com esta verdadeira maravilha a qual vim a descobrir ter sido enviada por Maria Elisa Dobrões, que pelo ângulo, deverá ter sido tirada de casa de seus pais.
Imediatamente entrei em contacto com a Maria Elisa pedindo-lhe autorização (prontamente concedida) para editar a fotografia também aqui no blog, pois julgo ser de bastante interesse para apreciar a evolução da nossa terra. Nela podemos ver que já quase nada do que ali estava existe no momento actual, excepto o marco e a moagem no canto inferior esquerdo.
Esta fotografia traz-me imensas recordações, pois era uma paisagem que fez parte da minha infância e na qual estão retratadas algumas coisas de que ainda me lembro perfeitamente. No canto inferior direito ainda se pode ver o portão do curral do Forneiro; atrás do poste o cortinheiro do Álvaro "Pimpim", verdadeiro oásis para as nossas brincadeiras; lá ao fundo à esquerda o eucalipto da Fonte Nova, o qual ainda me lembro de derrubarem ... e o delicioso pormenor dos perús a "pastarem" pelo meio da rua, tão usual nessa altura. 
Ainda não se encontrava "estacionado" junto ao cortinheiro aquele carro preto que tanta "viagem" nos proporcionou e que mais tarde veio a servir de casota numa horta. 
Como o tempo passa!

sábado, 6 de agosto de 2011

Quando não se pode ir à missa ...


Aqui fica uma oração para aqueles que, quando ouvem tocar à missa, por qualquer motivo não podem ir.

Toca à missa
meu Senhor salvador.
A hóstia consagrada
o corpo do Senhor.
Se alguma má sentença
contra mim estiver dada
a Nossa Senhora minha advogada
o menino Jesus o meu escrivão
para que tenha parte na missa
como aqueles que lá vão.


terça-feira, 2 de agosto de 2011


De todas as datas inscritas captadas até ao momento, esta é sem dúvida a mais antiga delas todas. Curiosamente foi a última, pois estava convencido que a mais antiga seria a da padiera da Igreja, de 1719.
Apesar de ser bem perceptível a data, os sinais que se lhe seguem não nos permitem ousar qualquer interpretação, lamentavelmente.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Entradas:
Linguiça, melão, presunto, bolos de bacalhau, rissóis, camarão, queijo.

Prato:
Bacalhau à Casa

Bebidas:
Vinho da casa, água, refrigerantes.

Sobremesas:
Salada de fruta, pudim, mousse de chocolate.

Preço:
15 Fumeiros da Brasa

domingo, 3 de julho de 2011

2º Jantar dos Amigos da Terra



Como parece ter ficado combinado no jantar do ano passado, a data indicada para o nosso 2ºjantar seria a 5ª feira antes da festa, no caso deste ano, dia 18 de Agosto. Como vão sendo horas de começar a combinar as coisas, fica então aqui o aviso para aqueles que queiram participar. A inscrição poderá ser feita usando o endereço do blog, ou então nos próprios comentários deste ou de outro post.
Vai ser colocada no lado direito do blog uma lista dos participantes à medida que se forem inscrevendo. O amigo Arsénio, no jantar do ano passado, deu a ideia de se colocar uma caixa de sugestões para a realização do jantar. Quem quiser, e tendo como ponto de partida o jantar do ano passado, pode enviar as suas ideias ou sugestões (devidamente assinadas), as quais se podem tornar interessantes para enriquecer o nosso convívio.

sábado, 2 de julho de 2011

Utilidades

Vai ser disponobilizada a partir de hoje uma nova secção "utilidades", a qual irá ser alojada no lado direito do blog. Provavelmente não será novidade para ninguém, mas se por caso houver alguém que delas precise, bastar-lhe-á clicar no link para a elas aceder de imediato. À medida que forem sendo editadas, o link ficará no texto do post, mas posterioremente serão colocadas no sítio.
Essas utilidades serão links de páginas que podem dar jeito estar à mão, para delas usufruir quando se necessitar. Se por acaso, algum conterrâneo quiser contribui com outras utilidades poderá fazê-lo, deixando a informação nos comentários ou então utilizar o endereço do blog. Bom proveito.

  •  https://servicos.min-saude.pt Marcação de consultas online - exige um registo prévio do utente, o qual pode, além de marcar consultas no seu centro de saúde com o seu médico de família, pedir receitas ou actualizar o seu agregado familiar sem ter que se deslocar;
  • www.viamichelin.pt/ Mapas de Portugal e da Europa, plantas de cidade, cálculo de itinerários rodoviários, informação tráfego e guia de endereços. Muito útil para quem pretenda planear as viagens com antecedência;
  • http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ Consulta dos cadernos de recenseamento. Para quem precise de saber o seu número de eleitor e a freguesia ou distrito consular a que pertence.
  •   www.wdl.org/pt/ Biblioteca Digital Mundial pertencente à UNESCO. Pode ler-se em Português, Francês, Espanhol e Inglês. É só escolher a língua!Aprendendo a navegar, podemos ampliar fotos, ler comentários e manuscritos raros...etc. Muito intressante!  

quarta-feira, 22 de junho de 2011

"Oásis de Trás-os-Montes"

"Oásis de Trás-os-Montes é uma reportagem de Eduarda Freitas feita no Vale da Vilariça, onde os pêssegos, as nectarinas, os figos, as cerejas e as peras, começam a ganhar prestígio e fama, à medida que o próprio vale vai ganhando dimensão nacional como polo produtor de frutas".


Ainda se pode ouvir no link em baixo, a reportagem da Antena 1 sobre o Vale da Vilariça, onde participam os nossos conterrâneos Moisés Brás, Gil Freixo, Fernando Brás e Fernando Barros. Poder-se-á perceber por aqui a imensa riqueza com que fomos contemplados pela mãe Natureza e o sábio aproveitamento e desenvolvimento da cultura agrícola.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Carta Aberta


Vila Real, 18 de Junho de 2011
Aos conterrâneos
Tendo em conta a profusão e variedade de comentários que o post de 19 de Maio provocou, enquanto seu autor e administrador do blog, cumpre-me dirigir estas palavras a todos os conterrâneos que assiduamente visitam este espaço. Embora não me sinta obrigado a justificar o que quer que seja, talvez se torne oportuno reflectir sobre a finalidade e utilidade do blog. Além da participação dos comentadores, houve ainda vários conterrâneos que se dirigiram ao blog utilizando o endereço do correio electrónico manifestando também eles algum desconforto com o rumo dos acontecimentos.
Apesar de não ter nascido em Santa Comba, criei-me lá até aos dez anos, idade com que saí, para depois só lá voltar quando as oportunidades se proporcionam. Desde sempre fui criado numa infância feliz, numa terra que me deu gratas e boas recordações, as quais servem para fortalecer os laços que a ela me ligam.
Toda a vontade que tive, e tenho, de estar na minha terra, é proporcional à distância que dela me separa. Por estar sempre fora é que a ideia da criação do blog ganhou força, para assim compensar de alguma forma a tão indesejada ausência. Criei-o tendo como finalidade primeira partilhar tudo o que possuo sobre Santa Comba, independentemente do seu interesse e relevância, e sempre esperando que também outros conterrâneos colaborassem na sua construção.
Os pressupostos da vontade, liberdade e responsabilidade, que estão na base da sua criação, manter-se-ão inabaláveis, porque só assim se poderá construir um espaço plural, digno e coerente. Por isso mesmo, logo desde o primeiro dia ponderei a hipótese de filtrar e moderar os comentários, mas decidi não o fazer para que a participação dos visitantes fosse feita com total imparcialidade. A história continuará a escrever-se com actos e palavras e dessa forma restará aos seus autores a consciência de os ter efectuado. Contudo, para isso será imperativo que essa consciência se reflita na assinatura dos comentários.
Não me considero pessoa de crítica maliciosa, nem gosto de utilizar a ironia no meu discurso, mas tal não impedirá que me interrogue sobre as coisas e sobre elas formar os meus juízos de valor, onde obviamente irão transparecer aspectos do meu carácter. Não defendo qualquer facção política, nem represento quaisquer interesses cooperativos, que não sejam outros que possam resultar em proveito e desenvolvimento na nossa terra. Inevitável e fisicamente irei continuar longe da minha aldeia, mas tal não impedirá de me disponibilizar para colaborar naquilo que me for possível.
Sem querer reclamar qualquer protagonismo, nem protagonizar qualquer acto de coragem, irei prosseguir com a actualização do blog, partilhando informação e promovendo outros assuntos passíveis de causar interesse e reflexão sobre ao que aquilo a todos diga respeito e que isso possa agregar vontades em torno de projectos comuns.
Que o carinho e o interesse pela nossa terra prevaleça.
Abraço conterrâneo
Manuel José Vilares

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Falha da Vilariça



Ao que parece, a nossa terra assenta precisamente na falha de Manteigas-Vilariça-Bragança, uma das grandes estruturas tectónicas do NE de Portugal, com um comprimento aproximado de 220 Km. Apesar de ser uma falha relativamente estável, deve tornar-se preocupante, uma vez que é no segmento da Vilariça que a falha atinge o valor máximo de 9 km de desligamento.
O nosso país situa-se numa zona de risco sísmico moderado, mas como sabemos que as placas estão interligadas e em movimento constante, a tensão libertada rapidamente passa de um ponto para o outro do território, até do globo, não se sabendo muito bem onde poderá despoletar.
"Um sismo é um fenómeno natural, resultante de uma rotura mais ou menos violenta da crosta terrestre, à qual corresponde a libertação de uma grande quantidade de energia e de vibrações, em toda a zona circundante. Na maior parte dos casos, o abalo deve-se ao movimento ao longo das falhas geológicas existentes entre as diferentes placas tectónicas, que constituem a região superficial da Terra".
Assim, só nos resta conviver com a ideia de que há uma falha tectónica que se encontra debaixo dos nossos pés. E caso se verifique um fenómeno sismíco de grande amplitude, não haverá previsão que nos valha. O último sismo com origem na falha da Vilariça ocorreu em 19 de Março de 1858 que destruiu a vila de Moncorvo e causou muitos danos nas aldeias vizinhas.

Agora o que eu não percebo é que, tendo todo este conhecimento presente, se tenham construído barragens em cima da falha e o próprio traçado do IP 2 assentar também ele ao longo da sua extensão. Ele há coisas!


Nota: Citação e imagem da revista Visão nº950 - 19 a 25 de maio de 2011. Outra informação foi retirada avulso da net.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Santa Comba da Vilariça - 1706



Lugares que tocão à Abbadia dos Frades Bernardos do Convento de Bouro

Termo de Alfandega da Fè

Os que neste termo tocão, saõ os seguintes:

Vilar de baixo tem quarenta & seis visinhos, Igreja Parochial da apresentação do Dom Abbade de Bouro, mais duas Ermidas, & cinco fontes : he terra quente, & tem frutas de espinho.

Villarelhos, terra quente, tem setenta visinhos, Igreja Parochial da mesma apresentação, mais quatro Ermidas, & seis fontes.

Santa Justa, terra quente, tem vinte & cinco visinhos, Igreja Parochial da mesma apresentação, mais huma Ermida, & quatro fontes. Pelo meyo deste lugar passa huma ribeira de poucas aguas, que chamão Alvar, que nasce na serra de Montemel pela parte do lugar de Covellas, & passando junto da Villa de Alfandega, vem este lugar, & desagua na ribeiraVellarva, havendo caminhado quatro legoas.

Nuzellos tem dez visinhos, huma Ermida, & tres fontes.

Ridevides tem quatro visinhos, huma Ermida, & tres fontes.

Oucizia tem cincoenta visinhos, Igreja Parochial da mesma apresentação, mais duas Ermidas, & doze fontes: huma dellas muy celebrada, que chamão Agaicha, porque de hum tosco penhasco em sitio fresco, & agradavelnasce hua telha de excellente agua, que serve de regalo aos moradores, & de fertilidade aos campos visinhos.


P. Antonio Carvalho da Costa, Corografia Portuguesa, 1706

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Santa Comba da Vilariça - 1706



Lugares que tocão à Abbadia dos Frades Bernardos do Convento de Bouro

Termo de Villa Flor

Santa Comba he cabeça de huma Abbadia de sete Igrejas sitas no termo de Villa Flor & da Villa de Alfandega da Fé, cujos dizimos pertencem aos Religiosos de S. Bernardo do Real Convento do Bouro na Provincia do Minho, que rende setecentos & cincoenta mil reis cada anno; constão os frutos dellas de muito azeite, bastante paõ, algum vinho & linhos: este lugar he Vigayraria confirmada da apresentaçaõ do Dom Abbade do mesmo Convento, tem cento & doze visinhos, & demais da Igreja Parochial tem quatro Ermidas, & quatro fontes: recolhe muito azeite.

Bemlhevay tem setenta visinhos, Igreja Parochial da mesma apresentaçaõ, mais três Ermidas, & oito fontes: he lugar fresco e abundante de aguas.

Trindade tem oito visinhos, Igreja Parochial da mesma apresentaçaõ, nenhuma Ermida, & huma fonte; a Igreja he sumptuosa, dizem fora dos Templarios: a metade deste lugar quanto à juridição secular he termo da Villa de Mirandella.

Valbom tem trinta visinhos, huma hermida, & duas fontes: recolhe muito azeite.

Macedo tem vinte visinhos, duas Ermidas, & duas fontes, & hum ribeiro, que rega todo o lugar; junto a elle está huma serra toda cavada, & e furada; & he tradiçaõ, que antigamente houve ahi minas, naõ se sabe de que metal, & se presume serem as que prohibe a Ordenação de Trás os Montes.

P. António Carvalho da Costa, Corografia Portuguesa, 1706

Nota: De todos os apontamentos corográficos recolhidos até ao momento, este é sem dúvida o mais antigo. Já que estamos em tempos de transição ortográfica, o texto encontra-se tal e qual o original para assim também podermos apreciar modos de escrita com trezentos anos. Nesta altura ainda não se utilizava a letra "s" com a forma de hoje, era mais uma espécie de "f".

domingo, 22 de maio de 2011

Almoço dos caçadores

Se não me engano, há já três anos que a associação de caçadores organiza este almoço, que pretende não só presentear todos os seus sócios e outros caçadores, mas também todos os proprietários pertencentes à zona de caça, compreendida nos termos de Assares, Lodões e Santa Comba.

Não me lembro se foi assim nos anos anteriores, mas este ano, a associação escolheu o último dia de caça ao tordo (20 de Janeiro) para realizar esta actividade, tentando desta forma abranger o maior número de caçadores, o que se torna uma magnífica ideia.

Sendo o motivo que é, e sendo realizada precisamente para esse fim, é óbvio que a ementa teria que ser constituída à base de caça, se bem que também se assaram umas febras e alguma carne entremeada para quem não aprecia carne de javali.
Melhor dizendo, de javalis. Tendo em conta o número de participantes, foi precisa carne de duas presas para que não houvessem falhas. E não houve.

Como se pode ver, a carne foi confeccionada naqueles magníficos potes que já raramente se vão utilizando, mas que para este tipo de eventos não há coisa melhor.

Portando-se como um verdadeiro ajudante de cozinheiro, o zelo do nosso conterrâneo Jacinto foi imprescindível para que tudo corresse às mil maravilhas.

Sendo a carne que é, de características muito intensas, a sua confecção requer alguma habilidade e paladar apurado. O nosso cozinheiro-mor, o Paulo Vilares, lá se encarrega de não se esquecer de trazer os ingredientes, entre os quais algumas ervas aromáticas dos nossos montes e também bebidas alcoólicas para tornar a carne mais macia. O resultado revelou-se excelente.
Enquanto uns se ocuparam das carnes, outros atiraram-se às batatas, que depois de cozidas tornam-se o melhor acompanhamento para este "gaspacho". E como se pode ver, por todos não custa nada. A mim, mais o "Parrilha", tocou-nos o descasque dos alhos e das cebolas e depois a assadura das outras carnes.
Quando se aproximou a hora do almoço, o pessoal lá se foi juntando, ansioso por participar neste alegre acontecimento. Enquanto se esperava, ia rodando um garrafão com um bom Porto, para abrir os apetites. Embora haja mulheres de caçadores que participam também nestes eventos, neste dia são poupadas ao trabalho, ficando tudo por conta dos homens.
Pronta a paparoca, toca lá a sentar para saborear o almoço em alegre comunhão.
O salão estava cheio com practicamente todos os lugares ocupados.

E toda a gente foi muito bem servida por estes dois caçadores!

Para evitar andar com travessas pelas mesas, cada pessoa, retirava um prato à entrada, e ao passar por aqui era-lhes servida a carne e as batatas. Foi muito boa ideia. Havia ainda outros dois servidores do outro lado, mas não me recordo agora quem era e na altura da fotografia também já não estavam lá.
Por conversas que se foram ouvindo, mais uma vez este acontecimento foi um sucesso. Ouvi muita gente gabar a comida e também muita gente de fora, elogiar a organização do evento assim como as magníficas instalações de que dispomos para a sua realização.
Pelo que vou constatando e pelo que muita gente diz, as pessoas de Santa Comba parecem ser as que menos aderem a estes acontecimentos. Nota-se a falta de alguns caçadores e também de muita gente da aldeia que, com todo o direito poderia participar. O almoço é divulgado em edital e só não vai quem não quer. Mas como bem diz o povo, só fizeram falta os que lá estiveram.