segunda-feira, 22 de agosto de 2011

2º Jantar dos Amigos da Terra

Conforme combinado, na quinta-feira lá nos juntámos alguns Amigos da Terra para confraternizarmos uma vez mais à volta de um jantar. Se bem que estivesse marcado para as oito horas da noite, só nos começamos a sentar quase uma hora depois, porque havia que matar saudades, beber os aperitivos e porque outros se atrasaram naturalmente. Este ano as inscrições excederam as do ano passado, mas pareceu-nos que o número de participantes foi sensivelmente o mesmo. Uns desitiram, outros apareceram à última da hora, por isso não houve problemas de logística. Para o ano haveremos de ser mais, eu bem sei!

Para nos receber, nada melhor que uma magnífica mesa repleta de ricos frutos da época, nos quais a nossa terra é tão pródiga.

Este ano, aquele que  gosta de se ver rodeado de sobrinhos, perdeu o estatuto do amigo mais velho a favor do nosso conterrâneo Venâncio. Por falar em idades, é bonito ver a transgeracionalidade a funcionar como elemento aglutinador na manuntenção do nosso carinho à terra.

Já com o prato cheio e o apetite reforçado, todos se lançaram ao bacalhau, mais um fiel amigo.

Conterrâneos emigrantes e amigos fazem questão de marcar presença, para reforçar laços de família e de amizade.
O nosso amigo Miguel que tão bem soube representar os valores da multiculturalidade.

Um brinde de amigos.



Um brinde final para saudar todos os Amigos da Terra.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Santa Comba da Vilariça em 1972


A Isabel sugeriu-me dar um salto à página do facebook "Somos Transmontanos" onde dizia estar uma interessantíssima foto sobre Santa Comba. Sem perder tempo lá fui e deparei-me com esta verdadeira maravilha a qual vim a descobrir ter sido enviada por Maria Elisa Dobrões, que pelo ângulo, deverá ter sido tirada de casa de seus pais.
Imediatamente entrei em contacto com a Maria Elisa pedindo-lhe autorização (prontamente concedida) para editar a fotografia também aqui no blog, pois julgo ser de bastante interesse para apreciar a evolução da nossa terra. Nela podemos ver que já quase nada do que ali estava existe no momento actual, excepto o marco e a moagem no canto inferior esquerdo.
Esta fotografia traz-me imensas recordações, pois era uma paisagem que fez parte da minha infância e na qual estão retratadas algumas coisas de que ainda me lembro perfeitamente. No canto inferior direito ainda se pode ver o portão do curral do Forneiro; atrás do poste o cortinheiro do Álvaro "Pimpim", verdadeiro oásis para as nossas brincadeiras; lá ao fundo à esquerda o eucalipto da Fonte Nova, o qual ainda me lembro de derrubarem ... e o delicioso pormenor dos perús a "pastarem" pelo meio da rua, tão usual nessa altura. 
Ainda não se encontrava "estacionado" junto ao cortinheiro aquele carro preto que tanta "viagem" nos proporcionou e que mais tarde veio a servir de casota numa horta. 
Como o tempo passa!

sábado, 6 de agosto de 2011

Quando não se pode ir à missa ...


Aqui fica uma oração para aqueles que, quando ouvem tocar à missa, por qualquer motivo não podem ir.

Toca à missa
meu Senhor salvador.
A hóstia consagrada
o corpo do Senhor.
Se alguma má sentença
contra mim estiver dada
a Nossa Senhora minha advogada
o menino Jesus o meu escrivão
para que tenha parte na missa
como aqueles que lá vão.


terça-feira, 2 de agosto de 2011


De todas as datas inscritas captadas até ao momento, esta é sem dúvida a mais antiga delas todas. Curiosamente foi a última, pois estava convencido que a mais antiga seria a da padiera da Igreja, de 1719.
Apesar de ser bem perceptível a data, os sinais que se lhe seguem não nos permitem ousar qualquer interpretação, lamentavelmente.