Numa manhã de um acostumado dia quente de Agosto, o Paulo e eu tinhamos finalmente encontrado o moinho da Ferradosa
Pela sua enorme estrutura, terá sido um engenho com grande actividade.
É óbvio que sem a ajuda do Zé Bernardo teriamos levado mais tempo a encontrar o moinho.
Sabendo da nossa intenção, logo se prontificou para nos acompanhar na descoberta.
E ficou tão entusiasmado como nós!
Numa fotografia que ainda não vai aqui, poder-se-á ver mais tarde, uma das paredes do moinho
.Aliás, uma parede "esborralhada" por alguma trovoada.
Esta é a saída por onde a força da água fazia mover o moinho. Não o parecendo, é muito maior do que parece.
O meu avô lembrava-se deste moinho trabalhar. Também por isso, a minha curiosidade aumentou.
E desde já, acho que é um belíssimo passeio.
isso não dá para privatizar!.... e ainda bem!!!
ResponderEliminarabraço
A melhor maneira de o privatizar é torná-lo nosso, enraizá-lo e perpetuá-lo para outros que hão-de lá ir ... apreciar memórias de outros tempos, dos nossos avós, herança agradavelmente recordada.
ResponderEliminarabraço